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AUGUSTO CURY

sábado, 27 de julho de 2013

12 SEMANAS PARA MUDAR UMA VIDA



A primeira pergunta que veio na minha mente foi: "mas será possível mudar uma vida em 12 semanas?". Logicamente, você não vai mudar 100% de uma hora para a outra!!!
A resposta vem aos poucos, assim que você inicia a PAIQ (Programa da Academia de Inteligência de Qualidade de Vida) descrito no livro.
O PAIQ é um programa educacional, filosófico e psicológico que vai ajudar a compreender o funcionamento da mente humana e, visa desenvolver a inteligência, enriquecer a emoção e promover a saúde psíquica

Achei interessante que ele utiliza Jesus, como modelo  de Mestre da Qualidade de Vida.
No livro, Jesus é analisado como um homem que viveu num ambiente hostil, mas não tornou-se uma pessoa deprimida e ansiosa, manteve sua saúde intelectual, emocional e social no ápice.
 

     Dez princípios do PAIQ
 
  • Cada ser humano é uma jóia única no palco da existência, uma obra-prima do autor da vida.
  • Ninguém pode decidir mudar a sua história, só você mesmo.
  • Uma pessoa saudável, forma pessoas saudáveis. Um líder forma outros líderes.
  • A solidariedade e a tolerância são os fundamentos das relações sociais.
  • O amor é o fundamento da vida: quem ama nunca envelhece no território da emoção.
  • As perdas e os sofrimentos são oportunidades para nos construir e não nos destruir.
  • Os fortes compreendem, os frágeis condenam. Os fortes reconhecem suas falhas, os frágeis escondem-nas.
  • Saber ouvir é tão ou mais importante que saber falar.
  • Quando discriminamos alguém, nós o diminuímos.
  • Quanto pior a qualidade da educação mais importante será o papel da psiquiatria. A educação é o alicerce da qualidade de vida. 
Esses são os princípios do programa que é dividido em 12 semanas, tendo cada semana seu devido capítulo. Aí vai o resumo do 1º capítulo:

Capítulo 1- "Ser autor da sua história: o resgate da liderança do eu." 

 Ser autor da sua história é ser:

  1. Capaz de reconhecer a grandeza da vida e da história fascinante que cada ser humano possui escrita em sua memória.
  2. Capaz de construir e seguir metas claras. Não ter uma vida sem direção.
  3. Capaz de fazer escolhas para atingir suas metas. Ter consciência de que toda escolha implica perdas e não apenas ganhos.
  4. Capaz de tomar decisões e corrigir rotas sociais, profissionais e afetivas.
  5. Capaz de reconheçer seus limites, falhas, atitudes incoerentes. Reconhecer suas doenças psíquicas. Ter consciência de que o pior doente é aquele que nega a sua doença.
  6. Capaz de não desistir da vida, mesmo diante de perdas, dificuldades e decepções. Acreditar sempre na vida.
  7. Capaz de ser transparente. Não se esconder atrás do sorriso maquiado, posição social, conta bancária.
  8. Capaz de ter domínio próprio. Não ser controlado pelo ambiente, circunstâncias e conflitos internos.
  9. Capaz de liderar a si mesmo, antes de liderar o mundo de fora.
  10. Capaz de treinar sua inteligência para viver todas as leis da qualidade de vida deste programa. Quem vive essas leis conquista todas as demais características.    

segunda-feira, 1 de julho de 2013

TÉCNICA DO DCD


Orson Peter Carrara
O Dr. Augusto Cury (psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor, com livros publicados em 40 países) apresenta em seu fabuloso livro Seja líder de si mesmo, uma técnica bastante positiva para superação dos conflitos existenciais. Ocorre que todos (uns mais outros menos) vivemos angústias e conflitos interiores, debatemo-nos em dúvidas, incertezas, indecisões e normalmente perdemo-nos em aparências ilusórias que alimentamos sob pretextos vários. Igualmente deixamo-nos dominar por pensamentos e posturas equivocadas de outras pessoas, esquecendo-nos de que todos guardamos o tesouro das possibilidades dentro de nós mesmos. Por outro lado, permitimo-nos escravizar por medos, neuroses, melindres, ressentimentos, mágoas e tudo o mais que o leitor já conhece do comportamento e das tendências humanas.
Pois sugere o Dr. Cury que usamos a técnica do DCD, que significa Duvidar, Criticar, Determinar. Sim, DUVIDAR das idéias dramáticas que muitas vezes alimentamos; DUVIDAR das circunstâncias, pensamentos e fatos que nos deixem deprimidos, tristes, magoados, ansiosos; DUVIDAR de sentimentos de inferioridade, de complexos que nos atormentam a vida.
A partir daí, CRITICAR tais pensamentos, posturas e comportamentos. Com um detalhe: em nós mesmos, não nos outros; CRITICAR pensamentos negativos, idéia perturbadora, angústias, medos e inseguranças que surjam interiormente. Em, por fim, DETERMINAR ser feliz, equilibrado, sereno, harmonioso consigo mesmo, tranqüilo; conquistar o que mais ama e ser líder de si mesmo, ao invés de deixar-se conduzir. DETERMINAR reações e comportamentos altruístas, idéias e posturas positivas que lhe tragam alegria, bem estar e equilíbrio emocional.
Para alcançar esse estado de determinação interior, há que se passar pelo estado de dúvida e crítica dos próprios pensamentos e sentimentos. Para isso, o autor sugere uma reunião íntima (duas vezes na semana ou dez a quinze minutos por dia) conosco mesmo. Em silêncio, uma viagem interior, para debater com nós mesmos nossas dificuldades, problemas, neuroses, desafios, em busca de soluções e caminhos de libertação dessas autênticas travas psicológicas e emocionais.
É algo exatamente interior, individual, numa mesa-redonda onde somos o entrevistador e o entrevistado, os debatedores, críticos e conselheiros. Trata-se, porém, de providência altamente saneadora de nossos conflitos. Claro que não dispensaremos os amigos, o cônjuge, o médico, o psicólogo, mas estaremos em confronto com a única pessoa que verdadeiramente pode apresentar as soluções que buscamos: nós mesmos. Exatamente onde se escondem as causas e traumas que nos impedem atualmente de viver como seres livres e pensantes, autênticos deuses em potencial.

FONTES:
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/orson/a-tecnica-do-dcd.html
http://www.augustocury.com.br/