Pesquisar este blog

SHOPPING DX

AUGUSTO CURY

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Materialistas Anônimos (M.A)

 

http://www.materialistasanonimos.org/index.htm

Materialistas Anônimos (M.A) é uma organização sem fins lucrativos, idealizada pelo Rabino Nilton Bonder e realizada no Midrash Centro Cultural.
Materialistas Anônimos propõe uma dinâmica semelhante aos Alcoólicos Anônimos, visando à reabilitação do vício materialista que é a compulsão por preencher vazios emocionais e espirituais com materialidade.
Em MA não há obrigações. Não estamos associados a nenhuma organização, não é necessário pagar joia ou quotas, não há juramentos ou promessas. Não estamos ligados a qualquer grupo político, religioso ou policial, e não estamos sob vigilância. Qualquer pessoa pode juntar-se a nós independentemente da idade, raça, identidade sexual, crença ou religião.
O MA promove encontros semanais de compartilhamento de experiências e sentimentos em relação ao materialismo e ao esvaziamento de sentido.
Os grupos são autônomos, independentes e rotativamente geridos por um facilitador, que abre e organiza a sessão, e um orador que abre as falas nos encontros.
Na sala, há sempre uma cadeira vazia de onde aquele que detém a palavra se dirige aos demais.
A participação é democrática e voluntária, com limite de tempo para o compartilhamento.
O teor dos compartilhamentos não deve ser de julgamentos, ideias ou valores, mas de experiências e sentimentos de natureza emocionais e vivenciais, evitando aspectos intelectuais.


MOTIVAÇÃO
A busca por um mundo sustentável é o grande desafio das gerações futuras. E a maior dificuldade nesse desafio é o uso de uma energia de viver que não é limpa. Essa energia é responsável pelos resíduos que, do lado de fora, poluem o mundo, da mesma forma que é responsável pela poluição do lado de dentro.
A evidência dessa poluição interna se manifesta no desaparecimento da alegria e no sentido de viver. Tratar da poluição interna é a forma mais localizada possível de agir e impactar o mundo, o tão propagado think global, act local! - pense globalmente, haja localmente.

O QUE É O MATERIALISMO?
Materialismo é o comportamento recorrente e abusivo das coisas, do outro como objeto, da objetivação sem subjetividade, e do ceticismo, na relação com a vida. Essa conduta se alastra em compulsão e termina se manifestando num vício.
Todo vício é difícil de ser percebido por se tratar de um hábito inveterado, entranhado em nosso comportamento. A dependência de condutas recorrentes diminui a autonomia e a capacidade de transformação de um indivíduo. Os indícios de seu impacto são sentidos na inadequação e na destrutividade que produzem.
O materialismo se caracteriza pela busca incessante de:
1) satisfazer desejos físicos (prazeres) e
2) obter possessões materiais (conforto/consumo).

O prazer e o consumo se fazem passar pelos únicos valores virtuosos do viver.
Essa forma de embriaguez em relação à realidade é chamada de materialismo.

O estilo e os valores da vida moderna nos levam a crer que o prazer e o consumo estão associados à felicidade e ao objetivo maior da vida. Não é incomum, porém, que com o passar do tempo, essa atitude nos conduza a carências de sentido e desesperança. Gradativamente reconhecemos que vivemos num círculo vicioso de prazer e frustração, e ansiamos por vivências mais significativas e duradouras.
O vício do materialismo encontra campo fértil no próprio existir, porque duas experiências fundamentais da vida se entranham progressivamente na consciência:
1) os sentidos do corpo e seu bem-estar e
2) a necessidade de bens para a sobrevivência, que ofereçam conforto.

Quanto mais exercitamos o viver encarnados no corpo, mais absolutos nos parecem esses fundamentos. No entanto, as sensações e as carências supridas não são um fim em si mesmo, e sim o meio para preservar a vida.
A reabilitação do materialismo não se trata da renúncia aos prazeres ou ao consumo, mas do resgate de autonomia para gerir esses aspectos da vida em sua condição real, ou seja, como instrumentos e não como objetivos.
Essa ética que alguns tratam por espiritualidade, tem por base a aptidão de auditar e avaliar a si mesmo. Essa aptidão produz a identidade de cada um e desenvolve em nós a consciência da finitude, tão fundamental para estabelecermos prioridades e relevâncias.
Por "identidade" entenda-se a alegria inata de reconhecer-se como um indivíduo, independente e singular. Alegria essa que não se preserva pelo preenchimento de coisas ou prazer, mas pela funcionalidade e utilidade que a identidade nos confere.
Por "finitude", não se entenda como término, onde a palavra "finalidade" tem o significado mórbido de "interrupção", e sim o sentido de "objetivo" ou "uso". Finalidade que permite intuir propósitos manifestos em desejos éticos e espirituais para além dos materiais.
Ninguém pode jamais apontar o materialismo do outro, mas tão somente o seu próprio.
A experiência humana é plural e diversa e a tentativa de reconhecer vícios nos outros denota julgamentos e resquícios morais que afloram, provavelmente, dos próprios vícios de quem julga.


http://www.materialistasanonimos.org/index.htm                 

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Crônicas de Houdini


Harry Houdini, nome artístico de Ehrich Weiss (Budapeste, 24 de março de 1874Detroit, 31 de outubro de 1926), foi um dos mais famosos escapistas e ilusionistas da História.
Sua família emigrou para os Estados Unidos, quando Houdini tinha quatro anos, em 3 de julho de 1878, a bordo do navio SS Fresia. Teve uma infância muito pobre, o que o obrigou a trabalhar desde cedo. Foi perfurador de poços, fotógrafo, contorcionista, trapezista. Foi também ferreiro e nesse ofício ele aprendeu os truques que mais tarde o transformariam no maior mágico ilusionista do mundo.
Certa vez, seu chefe encarregou-lhe de abrir um par de algemas cuja chave um policial perdera. Após inúmeras tentativas usando serras, Houdini teve a idéia de pinçar a fechadura para abri-la. Ele conseguiu e a maneira como o fez serviu de base para abrir todas as algemas que empregava em seus truques.
 
Houdini e um elefante (1918)
Desde então passou a se apresentar como mágico, fazendo números nos quais se libertava não só de algemas, mas também de correntes e cadeados, dentro de caixas, dentro de tanques fechados; dentro e fora d'água, de todo o jeito. Fez um sucesso enorme e ninguém até hoje conseguiu desvendar seus truques por completo, mesmo depois dele ter escrito boa parte dos segredos em livro.
Houdini (1919)
Houdini tinha habilidades impressionantes. Era capaz, por exemplo, de ficar vários minutos dentro de água sem respirar. E foi numa destas demonstrações de suas habilidades - a "incrível resistência torácica" - que ele morreu. Após apresentar o número para uma platéia de estudantes em Montreal, no Canadá, enquanto ele ainda exibia o "super" tórax, um dos estudantes, boxeador amador, invadiu os bastidores e sem dar tempo para que Houdini preparasse os músculos, golpeou-lhe o abdômen com dois socos. Os violentos golpes romperam-lhe o apêndice, e quase uma semana depois ele morreu, num hospital de Detroit. Era o fim de Harry Houdini, considerado até hoje o maior mágico que já existiu.

Houdini também atuou como um desenganador, tentando desmascarar determinadas pessoas que segundo ele eram charlatões disfarçados de paranormais.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Harry_Houdini

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Business Model Canvas


Business Model Canvas é uma ferramenta de gerenciamento estratégico, que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou existentes. É um mapa visual pré-formatado contendo nove blocos do modelo de negócios.1 . O Business Model Canvas foi inicialmente proposto por Alexander Osterwalder2 baseado no seu trabalho anterior sobre Business Model Ontology.3
As descrições formais do negócio se tornam os blocos para construir suas atividades. Existem várias conceitualizações diferentes de negócio; o trabalho e a tese de Osterwalder (20101 , 20043 ) propõem um modelo único de referência baseado nas semelhanças de um vasto número de conceitualizações de modelo de negócios. Com seu padrão de design de modelo de negócios, uma empresa pode facilmente descrever seu modelo de negócios.O 'Business Model Canvas' é um mapa dos principais itens que constituem uma empresa, pode ser também uma receita de estratégia, que deve estar sempre sendo revisado cada quadrante ao longo do tempo para saber se cada um está sendo bem atendido ou se é necessário fazer alteração em algum deles para se conseguir um melhor resultado. O mapa é um resumo dos pontos chave de um plano de negócio, mas não deixa de excluir um plano de negócio em si, é uma ferramenta menos formal que pode ser utilizada com mais frequência no dia a dia.
  • Infraestrutura
    • Principais Atividades: As atividades necessárias para executar um modelo de negócio da empresa.
    • Principais Recursos: Os recursos que são necessários para criar valor para o cliente.
    • Rede de parceiros: As alianças de negócios que complementam os outros aspectos do modelo de negócio.
  • Oferta
    • Proposição de Valor: Os produtos e serviços oferecidos pelo negócio. Citando Osterwalder (20043 ), uma proposição de valor "é uma visão geral ... dos produtos e serviços que, juntos, representam valor para um segmento de clientes específico. Descreve a forma como a empresa se ​​diferencia dos seus concorrentes e é a razão pela qual os clientes compram de uma certa empresa e não de outra."
  • Clientes
    • Segmentos de clientes: o público-alvo para os produtos e serviços de uma empresa.
    • Canais: O meio pelo qual uma empresa fornece produtos e serviços aos clientes. Isso inclui a estratégia de marketing e de distribuição de uma empresa.
    • Relacionamento com o Cliente: A empresa estabelece ligações entre si e os seus diferentes segmentos de clientes. O processo de gestão de relacionamento com o cliente é chamado de customer relationship management (CRM).
  • Finanças
    • Estrutura de custos: As consequências monetárias dos meios utilizados no modelo de negócios.
    • Fluxos de receita: A forma como a empresa ganha dinheiro através de uma variedade de fluxos de receitas. Rendimentos de uma empresa.

Aplicação

Business Model Canvas pode ser impresso numa grande superfície para grupos de pessoas começarem esboçar e discutir elementos do modelo de negócios com lembretes emPost-it ou marcadores para quadro branco. É uma ferramenta que fomenta o entendimento, a discussão, a criatividade e a análise.[carece de fontes]

Ver também

Referências

  1. ↑ Ir para:a b Business Model Generation, A. Osterwalder, Yves Pigneur, Alan Smith, and 470 practitioners from 45 countries, self published, 2010
  2. Ir para cima The Business Model Canvas nonlinearthinking.typepad.com, July 05, 2008. Accessed Feb 25, 2010.
  3. ↑ Ir para:a b c Alexander Osterwalder (2004). The Business Model Ontology - A Proposition In A Design Science Approach. PhD thesis University of Lausanne.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


FONTES:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Business_Model_Canvas
http://startupbizmodel.com/2012/02/24/visao-geral-do-modelo-canvas/


domingo, 1 de dezembro de 2013

Os sete princípios dos negócios sociais


 
Essa semana conversei longamente sobre Negócios Sociais com um amigo que é  CEO em uma empresa deste segmento. Aqui no Brasil a forma de atuação dos Negócios Sociais (denominados por alguns como setor 2,5) ainda não está muito clara ou definida.
Nas próximas semanas o Nobel da Paz Muhammad Yunus desembarca no Brasil com o intuito de disseminar o esse conceito em nosso país. Ele ficou conhecido no mundo por difundir um tipo de empresa voltada a resolver problemas sociais, e que obtenha lucro para continuar investindo na causa em que atua.
A ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) lança o Yunus ESPM Social Business Centre, que será o primeiro Centro da América Latina dedicado a negócios sociais e a será também o primeiro a estimular a produção de conhecimento científico sobre este assunto.
“O Yunus ESPM Social Business Centre chega ao Brasil para colocar a mão na massa. Vamos atuar em três frentes: a acadêmica, para oferecer cursos; a incubadora, para ajudar a gestar ideias; e o fomento à pesquisa de professores e alunos”, diz Rogério Oliveira, diretor do Yunus Social Business Brasil. O centro ficará em São Paulo, na Vila Mariana, mas já há a perspectiva de expansão em 2014 para o Rio de Janeiro e Porto Alegre, onde a ESPM mantém unidades.

Rogério Oliveira é Country Director da start-up Yunus Negócios Sociais Brasil, incubadora, fundo de investimentos e consultoria em sociedade com o prêmio Nobel Prof. Muhammad Yunus . Antes disto trabalhou durante mais de 12 anos em empresas como Warner Bros., UOL, Johnson&Johnson e BRMALLS, sempre ligado a criação de novos produtos, unidades de negócios e start-ups. Fundou também o Movimento Buena Onda, aceleradora de negócios que geram alegria, impacto social ou ambiental. Rogério tem MBA pela HEC na Universidade de Montreal no Canadá e também é palestrante e professor na escola de inovação Perestroika onde dá aulas de Felicidade como Estratégia de Negócio.

Veja a seguir os princípios que Yunus sugere ser seguidos por empreendedores interessados em negócios sociais:



sábado, 27 de julho de 2013

12 SEMANAS PARA MUDAR UMA VIDA



A primeira pergunta que veio na minha mente foi: "mas será possível mudar uma vida em 12 semanas?". Logicamente, você não vai mudar 100% de uma hora para a outra!!!
A resposta vem aos poucos, assim que você inicia a PAIQ (Programa da Academia de Inteligência de Qualidade de Vida) descrito no livro.
O PAIQ é um programa educacional, filosófico e psicológico que vai ajudar a compreender o funcionamento da mente humana e, visa desenvolver a inteligência, enriquecer a emoção e promover a saúde psíquica

Achei interessante que ele utiliza Jesus, como modelo  de Mestre da Qualidade de Vida.
No livro, Jesus é analisado como um homem que viveu num ambiente hostil, mas não tornou-se uma pessoa deprimida e ansiosa, manteve sua saúde intelectual, emocional e social no ápice.
 

     Dez princípios do PAIQ
 
  • Cada ser humano é uma jóia única no palco da existência, uma obra-prima do autor da vida.
  • Ninguém pode decidir mudar a sua história, só você mesmo.
  • Uma pessoa saudável, forma pessoas saudáveis. Um líder forma outros líderes.
  • A solidariedade e a tolerância são os fundamentos das relações sociais.
  • O amor é o fundamento da vida: quem ama nunca envelhece no território da emoção.
  • As perdas e os sofrimentos são oportunidades para nos construir e não nos destruir.
  • Os fortes compreendem, os frágeis condenam. Os fortes reconhecem suas falhas, os frágeis escondem-nas.
  • Saber ouvir é tão ou mais importante que saber falar.
  • Quando discriminamos alguém, nós o diminuímos.
  • Quanto pior a qualidade da educação mais importante será o papel da psiquiatria. A educação é o alicerce da qualidade de vida. 
Esses são os princípios do programa que é dividido em 12 semanas, tendo cada semana seu devido capítulo. Aí vai o resumo do 1º capítulo:

Capítulo 1- "Ser autor da sua história: o resgate da liderança do eu." 

 Ser autor da sua história é ser:

  1. Capaz de reconhecer a grandeza da vida e da história fascinante que cada ser humano possui escrita em sua memória.
  2. Capaz de construir e seguir metas claras. Não ter uma vida sem direção.
  3. Capaz de fazer escolhas para atingir suas metas. Ter consciência de que toda escolha implica perdas e não apenas ganhos.
  4. Capaz de tomar decisões e corrigir rotas sociais, profissionais e afetivas.
  5. Capaz de reconheçer seus limites, falhas, atitudes incoerentes. Reconhecer suas doenças psíquicas. Ter consciência de que o pior doente é aquele que nega a sua doença.
  6. Capaz de não desistir da vida, mesmo diante de perdas, dificuldades e decepções. Acreditar sempre na vida.
  7. Capaz de ser transparente. Não se esconder atrás do sorriso maquiado, posição social, conta bancária.
  8. Capaz de ter domínio próprio. Não ser controlado pelo ambiente, circunstâncias e conflitos internos.
  9. Capaz de liderar a si mesmo, antes de liderar o mundo de fora.
  10. Capaz de treinar sua inteligência para viver todas as leis da qualidade de vida deste programa. Quem vive essas leis conquista todas as demais características.    

segunda-feira, 1 de julho de 2013

TÉCNICA DO DCD


Orson Peter Carrara
O Dr. Augusto Cury (psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor, com livros publicados em 40 países) apresenta em seu fabuloso livro Seja líder de si mesmo, uma técnica bastante positiva para superação dos conflitos existenciais. Ocorre que todos (uns mais outros menos) vivemos angústias e conflitos interiores, debatemo-nos em dúvidas, incertezas, indecisões e normalmente perdemo-nos em aparências ilusórias que alimentamos sob pretextos vários. Igualmente deixamo-nos dominar por pensamentos e posturas equivocadas de outras pessoas, esquecendo-nos de que todos guardamos o tesouro das possibilidades dentro de nós mesmos. Por outro lado, permitimo-nos escravizar por medos, neuroses, melindres, ressentimentos, mágoas e tudo o mais que o leitor já conhece do comportamento e das tendências humanas.
Pois sugere o Dr. Cury que usamos a técnica do DCD, que significa Duvidar, Criticar, Determinar. Sim, DUVIDAR das idéias dramáticas que muitas vezes alimentamos; DUVIDAR das circunstâncias, pensamentos e fatos que nos deixem deprimidos, tristes, magoados, ansiosos; DUVIDAR de sentimentos de inferioridade, de complexos que nos atormentam a vida.
A partir daí, CRITICAR tais pensamentos, posturas e comportamentos. Com um detalhe: em nós mesmos, não nos outros; CRITICAR pensamentos negativos, idéia perturbadora, angústias, medos e inseguranças que surjam interiormente. Em, por fim, DETERMINAR ser feliz, equilibrado, sereno, harmonioso consigo mesmo, tranqüilo; conquistar o que mais ama e ser líder de si mesmo, ao invés de deixar-se conduzir. DETERMINAR reações e comportamentos altruístas, idéias e posturas positivas que lhe tragam alegria, bem estar e equilíbrio emocional.
Para alcançar esse estado de determinação interior, há que se passar pelo estado de dúvida e crítica dos próprios pensamentos e sentimentos. Para isso, o autor sugere uma reunião íntima (duas vezes na semana ou dez a quinze minutos por dia) conosco mesmo. Em silêncio, uma viagem interior, para debater com nós mesmos nossas dificuldades, problemas, neuroses, desafios, em busca de soluções e caminhos de libertação dessas autênticas travas psicológicas e emocionais.
É algo exatamente interior, individual, numa mesa-redonda onde somos o entrevistador e o entrevistado, os debatedores, críticos e conselheiros. Trata-se, porém, de providência altamente saneadora de nossos conflitos. Claro que não dispensaremos os amigos, o cônjuge, o médico, o psicólogo, mas estaremos em confronto com a única pessoa que verdadeiramente pode apresentar as soluções que buscamos: nós mesmos. Exatamente onde se escondem as causas e traumas que nos impedem atualmente de viver como seres livres e pensantes, autênticos deuses em potencial.

FONTES:
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/orson/a-tecnica-do-dcd.html
http://www.augustocury.com.br/

terça-feira, 25 de junho de 2013

A CABANA



A Cabana é um livro escrito pelo Canadense William P. Young, lançado originalmente em 2007 e que desde então já vendeu mais 18 milhões de cópias.1 A Cabana foi publicado em português pela primeira vez em 2008.

Enredo

O livro aborda a questão recorrente da existência do mal através da história de Mack Allen Phillips, um homem que vive sob o peso da experiência de ter sua filha Missy, de seis anos, raptada durante um acampamento de fim de semana. A menina nunca foi encontrada, mas sinais de que ela teria sido violentada e assassinada são achados em uma cabana perdida nas montanhas.
Vivendo desde então sob a "A Grande Tristeza", Mack, três anos e meio depois do episódio, recebe um misterioso bilhete supostamente escrito por Deus, convidando-o para uma visita a essa mesma cabana. Ali, Mack terá um encontro inusitado com Deus, de quem tentará obter resposta para a inevitável pergunta: "Se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar nosso sofrimento?".

Histórico

O livro, que tornou-se um best-seller desde seu primeiro lançamento2 , não foi escrito para ser publicado, conta o autor. A história havia sido criada como um presente que Young imprimiu para 15 amigos no Natal de 2005.
Young afirma que muito da história tem a ver com sua própria experiência de vida e que escreveu o livro em uma ocasião que "ele próprio precisava de consolo"'.3
A receptividade da história levou Young a mostrar o livro para dois produtores de cinema, Wayne Jacobsen e Brad Cummings. Após re-escrever a história 4 vezes em pouco menos de um ano e meio, Young enviou a versão final para 26 editoras, tendo sido recusada por todas. Por causa disso, Jacobsen e Cummings criaram uma editora4 e finalmente publicaram o livro, com um orçamento de divulgação inicial de 300 dólares.2
Análises
Vale lembrar também que apesar de ser um livro de ficção com uma história muito intrigante, o conceito de santíssima trindade deste livro mais volta-se para o modalismo do que aquele da trindade propriamente dito.5 Isso porque no livro encontram-se frases do tipo "E Deus falou assim: eu sou verdadeiramente humano na figura de Jesus." ou ainda "existe um círculo de relações entre nós [Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo] ao invés de uma cadeia de comando" consistentes com modalismo
Este livro tem uma semelhança com o Livro O Mundo de Sofia que fala de uma menina de 15 anos e um major que tem uma cabana numa floresta. A menina começa a receber correspondências de um curso de filosofia alem de cartões postais de um suposto combatente Norueguês que serve no Libano. A historia se passa ao entorno da cabana do major.

Referências

  1.  Los Angeles Times The flak over 'The Shack'
  2. ↑ a b USA Today "Aim at 'spiritually interested' sparks 'The Shack' sales"
  3.  Revista Veja Resenha (8 de outubro de 2008)
  4.  O Globo William Young, autor do romance de sucesso 'A cabana', conta que não pretendia publicar o livro (29 de outubro de 2008)
  5.  http://www.avivamentoja.com/comu/index.php?topic=322.msg686#msg686